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quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Razão e afectividade na determinação da vontade

O acto voluntário é um acto essencialmente racional?
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Não, pois os nossos gostos, afectos, interesses condicionam o a atitude que tomamos, essa será sempre a nossa opção e por ela respondemos.



O que é que a este respeito, diz Jean-Paul Sartre?
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Defende que contrariamente ao que se achava a decisão precede a deliberação, porque 1º nos decidimos e depois então justificamos a nossa decisão através de um processo que só apenas na aparência e deliberativo.



E David Hume?
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David Hume defende que a escrava das paixões é a razão, querendo isto dizer que as nossas decisões são ditadas pelos motivos da nssa afectividade.

sábado, 25 de outubro de 2008

Acto voluntário






Concepção -> Antecipar a acção mentalmente, antes de a concretizar;
Deliberação ->
Pensar nas consequências, positiva ou negativa, antes de tomar uma decisão;
Decisão ->
É a fase posterior a deliberação, sendo assim a fase do acto. Existem algumas pessoas que não conseguem avançar para a decisão; ficando sempre pela deliberação.






Consciência -> É uma reflexão sobre a acção, pensando no curso que será mais vantajoso;

Motivo -> É a razão que leva o individuo a fazer a acção;

Intenção -> É o que se pretende atingir com a acção, prevê as consequências do acto;

Responsabilidade do agente -> O agente é o sujeito (individuo) da acção, a responsabilidade do agente é a responsabilidade pelas consequências positivas e negativas;

A minha Auto-Avaliação (Outubro)